The story
As barracas de falafel de Beirute — em especial as lendárias da Rua Hamra — são instituições culturais, e o falafel libanês se distingue das versões egípcia (ta'amiya) e israelense pelo uso intenso de ervas frescas em vez de favas secas. A receita viajou pelas rotas de comércio costeiro e encontrou devoção especial na diáspora libanesa da África Ocidental, onde é vendida nas lojas de libaneses senegaleses ao lado de banana-da-terra. O segredo do interior verde é deixar o grão-de-bico de molho, nunca cozido, antes de moer.